
PARINTINS
Amazonas
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PARINTINS
General – Parintins is the second largest city of the state of Amazonas, at about 420 km from the capital, Manaus. The city is located near the border with the state of Pará. According to IBGE, the city counts 103 thousand inhabitants (2011). Parintins is located on the island of Tupinambarana (in the Amazon River), and is one of the major touristic locations in Amazonas.
At the end of the 18th century, the Portuguese government encouraged the colonization of the northern region of Brazil. As a result, small settlements were created. In 1796, militia captain José Pedro Cordovil started to rule one of these settlements, that was located on Tupinambarana Island, and lived there with his relatives and slaves. He started a cocoa plantation, which quickly became prosperous. When he left, he donated the island to the Portuguese queen, Dona Maria I, as a gift. The gift was accepted, and the settlement became a missionary post, in 1803, with the name Vila Nova da Rainha (New Village of the Queen). Thirty years later, it became a freguesia, with the name Freguesia de Nossa Senhora do Carmo de Tupinambarana. in 1848, the freguesia gained the status of vila (village). In 1852, the municipality was created, and gained the name of Parintins one year later. Parintins has a strong agricultural sector.
Tourism – The annual Folkloric Festival of Parintins attracts many Brazilian and foreign tourists. This festival is a duel between two rivaling groups, who represent their ‘bull’: Caprichoso (Blue) and Garantida (Red). This festival is held in June.
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Como resultado de ação promovida pelo governo português, já em fins do século XVIII se observava no vale amazônico grande atividade, cujos frutos se traduziam no aparecimento de núcleos de população, nos quais se mesclavam reinóis, ilhéus, mamelucos e o gentio catequizado.
Por volta de 1796, o Capitão de Milícias José Pedro Cordovil organizou um desses núcleos, instalando-se na ilha de Tupinambarana com seus escravos e agregados. Os primitivos habitantes da ilha eram indígenas Maués e Sapupés, aos quais, em 1798, se incorporaram os Paravianas e os Uapixanas, banidos das praias do Rio Branco, por terem participado de sangrenta rebelião.
José Pedro Cordovil, longe de acatar as instruções governamentais que recomendavam a utilização dos nativos na agricultura, deles passou a dispor de forma violenta, em proveito próprio. Movido por um gênio irascível, seus desmandos, além de divergências com José Rodrigues Preto – fundador do núcleo de Maués – em torno dos índios Mundurucus, “que aquele reunira e Cordovil buscava para seus negócios”, ocasionaram a fuga do gentio.
Ao assumir a direção do Estado do Rio Negro, D. Marcos de Noronha e Brito, Conde dos Arcos, solicitou a colaboração do carmelita Frei José das Chagas, Prior do Convento do Carmo de Belém. Esse religioso, em 1803, criou missão em Tupinambarana, com a denominação de Vila Nova da Rainha, dando sentido prático à política estabelecida pela Carta Régia de 12 de maio de 1798, de D. Maria I, a qual abolia os diretórios civis e militares e instaurava na Amazônia o regime de Missões. A atuação de Frei José na tarefa de catequizar os índios agrupando-os de forma a se tornarem úteis, foi bastante eficiente.
O maior obstáculo foi o trabalho dissociativo de Cordovil e Rodrigues Preto, que, não obstante as recomendações do Conde dos Arcos no sentido de que “se conduzissem pelo caminho da ordem, da fraternidade, do trabalho honesto e construtivo”, persistiam em sua ação desagregadora.
No início do século XIX, Vila Nova da Rainha apresentava aspecto de progresso e prosperidade. Sob o comando do Capitão de Milícias Antônio Vieira Correia da Maia, para ali se transferiu o Registro Fiscal, com a incumbência de inspecionar as embarcações que transportavam mercadorias, fugindo à cobrança dos dízimos. Dois anos depois, o Registro mudou-se para as faldas da serra de Parintins, por ordem da Junta Governativa da Capitania do Rio Negro e aí funcionou até 1824, ao que se presume.
Em 1818, sob o governo de Antônio José de Souza Manuel de Meneses, Conde de Vila Flor, Vila Nova reivindicou sua autonomia do Rio Negro, então vinculado à Capitania do Grão-Pará. A 3 de setembro ou outubro daquele ano, requereram os habitantes a elevação do lugar à categoria de Vila, mas nada obtiveram. Até 1832, a localidade era oficialmente denominada Vila Nova da Rainha, topônimo depois mudado para Vila Bela da Imperatriz e, mais tarde, para Parintins.
(IBGE)
Nicknames for Parintins:
“Ilha da Alegria” (Island of Joy)
“Ilha Paraíso” (Paradise Island)
“Ilha Azul” (Blue Island)
“Ilha Vermelha” (Red Island)
“Ilha Encantada” (Enchanted Island)
“Capital Mundial do Folclore” (World Capital of Folklore)

Foto: SEPLAN

Festival de Parintins (blog Dri Santos)
Parintins
Parintins – AM
Saudades de Parintins
Parintins – City Views 1
Parintins – City Views 2
Parintins – The Magic of the Festival
Festival de Parintins
Video clip ‘Vermelho Garantido’ 2011
Video clip ‘Azul Caprichoso’ 2011
City of Parintins (prefeitura) Tourism
Virtual Library Amazonas: Parintins
Manaus Mais: Parintins
Link Wikipedia
Aquarela 2020 (Blog Embratur): Parintins
Folklore Festival Parintins (English)
By Dr. Adriano Antoine Robbesom
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